domingo, 5 de fevereiro de 2012

Nuvem branquinha, que leva os anjos; vão para bem longe, e deixam a terra aos homens.
Quem sou? Eu ou o outro? Ora eu sou eu; outras tantas, sou o outro; no mais das vezes, sou os dois...
Chove poesia sobre o meu telhado, invade-me as paredes, infiltrações, desorganiza-me toda a vida.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Penso, logo sou; não penso, logo não sou... Ih, não deu certo. Portanto, sempre sou!
Ah, perfumes ao amanhecer, a orla marítima exala seus odores, peixes, pescadores, e o vento traz do oceano o sopro estrangeiro.
O café sobre a mesa, gotas sobre a toalha; ah, nada pode ser perfeito, meu defeito, ter ciúme de você!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Te eternizas apenas a lente do cinegrafista atento. Preferes a solidão do mar, a tempestade; deslizas à beira do abismo.