terça-feira, 28 de junho de 2016

Escondestes minhas roupas. Queres a mulher nua no estacionamento. Deixaste-me a chave, e um carro que não sei dirigir.
Veludo a pele, fruta ao alcance, tuas as mãos. Em vão minha nudez?
Colhe-me; a árvore, estreita, o galho é baixo, fresca a manhã.
A poesia desfila, mais osso do que carne. Não te queres cão, e ao leão não mata a fome pouco pão.
Guarda tuas mãos, guarda-me no teu olhar, apenas.

domingo, 29 de maio de 2016

sábado, 28 de maio de 2016

O sol sopra vermelho a cortina das minhas fantasias. Inútil esconder-me nua na estrada que desperta.