sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Embriaguez: malte, teu hálito de amor...
Palco: meu caderno digital.
Mirante: salto sob meus pés.
Palavras, corpos duros, imperecíveis...
Vou em busca da palavra necessária, justa, nua, que não possui sinônimos, a palavra única. Meu corpo, tambérm único em teus braços a pulsar.
Peco-me, sou a junção de todo o caos, quem sabe caminhos tortos, um Laos, tenho a pele apenas e por enquanto, braços e pernas, dois de paus.
Soneto
Amor
Ardor
Palor
olor
caos
paus
FAL
Laos
pranto
canto
santo
céu
mel
solidéu